O dia que cobra coral não previu




Uma réplica, de pouco mais de 1 mês desde o último temporal, ocorrido no Rio de Janeiro e região metropolitana: a tragédia anunciada. Há um mês uma outra enchente inundava a capital do estado.
O prefeito Eduardo Paes se apoia por sua vez, quase que totalmente na espiritualista metereológica Fundação Cobral Coral, cuja médium Adelaide Scritori até já lhe deu algumas dicas práticas, desde o último incidente, dicas nada espirituais para conter as enchentes que rotineiramente assolam o estado. Na última vez que houve tamanha chuva torrencial ela mesma lhe indicou limpeza de rios, reciclagem etc, coisa que o governo a meses não executa, mas se esforçou em renovar contrato com a entidade mediúnica.Parece que Paes precisa de um culpado.
Agora, com a última inundação que assolou diversos pontos do estado, ele a procurou novamente e em tom apocalítico, da venezuela, onde se encontra, disse que foi " tarde demais" pois foi apenas contactada ás 23h da última segunda, quando o dilúvio já estava a todo pique.

Essa nova tragédia, já anunciada provocou um estado de calamidade não só no meu estado, mas na minha cidade, São Gonçalo- Niterói, no meu bairro, na minha vizinhança. Dois deles, pessoas de nossa convivência. Pai e filho, de 17 anos, que tentava seguir o sonho de ser um jogador de futebol.

Podemos dizer, que pela soberania de Deus, tudo está sendo permitido, mesmo que tenha o dedo dos caboclos.Tudo permissão? Por que? Não sabemos exatamente. Não nos convém questionamentos.


Triste, muito triste....
Triste pelas perdas, triste por quem não tem onde ficar, para aonde ir, para quem não tem mais nada.
Triste também é um governo que tenta achar um culpado, que se apóia na força dos "santos" para dirigir um estado.
Triste por não fazerem o que deveriam ter feito, por simplesmente ignorarem a força de Deus e de suas própria mentes.

As únicas desgraças completas são as desgraças com as quais nada aprendemos." William Ernest Hocking

Fonte: Globo On line.

1 comentários:

Jessé Almeida disse...

Que aprendamos a "votar" e não dar voto.

Jessé Almeida.

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